O Homem veio ao mundo sem nada, apenas tinha o que hoje temos e que estamos a destruir, a natureza, uma das coisas mais belas e espantosas que este mundo tem para nos oferecer. No entanto, pouco fazemos para a preservar. Monstruosas fábricas diariamente descarregam o seu lixo para os rios, a poluição das fábricas, dos carros também ajuda para aumentar este problema, inúmeros factores estão a agravar a situação. O ar que respiramos nas zonas verdes é muito diferente do que diariamente respiramos, a natureza transmitem-nos uma liberdade, um bem-estar, tranquilidade inconfundível. Várias são as cimeiras realizadas para debater este assunto entre alguns países do mundo, mas o poder económico dos países sobrepõe-se a este problema, sendo o mais importante continuar a produzir cada vez mais para assegurar o seu lugar no mundo. Assim, para que consigamos manter esta beleza que nos rodeia temos que lutar por ela, é necessário que TODOS, mas todos contribuam para isso. A natureza é essencial!
É preciso rir!
Uma lula e um pargo caminham calmamente pela rua quando o pargo bate com a cauda na cabeça da lula.
Diz a lula:
- Então? Estás pargo ou quê?
- Calula!
Diz a lula:
- Então? Estás pargo ou quê?
- Calula!
Quando nos contam uma anedota estamos sempre à espera do momento em que esta nos faz rir, que geralmente é o fim. Tal como a anedota apresentada em cima, esta só tem graça quando acabámos de ouvir o fim.
Assim, as técnicas do humor são:
· O efeito surpresa
· O contraste
· A inversão
· A transposição
Aquilo que nos faz mais rir é quando algo acontece sem que nós não estivéssemos à espera, algo que acontece repentinamente. É importante rirmos de tudo até mesmo de meras coisas.
Uns têm tudo outros não têm nada...
As desigualdades sociais são cada vez mais acentuadas, e esta é uma situação que me deixa “mal”. Ver a pobreza na televisão, nos jornais, é muito diferente de a ver ao vivo, pois eu já vi e fiquei impressionada, e nós estamos sempre a lamentarmo - nos por qualquer motivo, por muito insignificante que seja. O mal é que a pobreza é indiferente para muitos e por vezes, nem todos estão dispostos a ter um bocadinho menos para poder ver um sorriso na cara de uma pessoa. Apesar disto, há cada vez mais associações e cada vez mais pessoas a aliarem-se a causas para ajudar os outros, o que para uns não tem qualquer valor, para muitos é a resolução de problemas. O combate à fome tem sido um tema muito abordado mundialmente, também as catástrofes naturais que ocorrem nos países em desenvolvimento, a única esperança que têm em voltar a vê-los a renascer é a ajuda de outros países. Nem todos tiveram a oportunidade de poder ter nascido num país como o nosso, em que o trabalho está ao alcance de todos e onde não há guerras nem conflitos, ainda conseguimos ser um povo feliz. Tal como as figuras abaixo sugerem são opostas enquanto que uma mostra claramente a pobreza e a infelicidade outra mostra os luxos que apenas estão acessíveis a poucos. A ajuda é necessária para que o mundo funcione melhor e criar uma maior harmonia entre todos.
Uma marca para a vida...
Quando fui pela primeira vez a África, tinha eu 11 anos, fiquei encantada com as praias, o mar era quente, a temperatura ambiente era fantástica, mas o que mais me marcou nessa viagem não foi isso. A pobreza e a miséria daquele povo foi o que me chocou, nunca tinha visto nada assim, pessoas que não tinham casa, crianças subnutridas. Naquela idade posso dizer que fiquei transtornada, ver estes problemas que ao vivo é muito diferente de os ver através dos noticiários. Então, vou contar uma história breve que me deixou de lágrima no olho. Estava eu a passear numa das muitas ruas e estava a preparar para comer um lanche que a minha mãe me tinha dado, quando um rapaz, que tinha por volta da minha idade, magríssimo e descalço e tinha apenas umas cuecas me disse podes-me dar o teu lanche que já não como há 2 dias. Eu fiquei sem reacção, como se o tempo tivesse parado, mas de imediato dei-lhe tudo que tinha nas mãos, e este sorriu com um sorriso de orelha a orelha, sorriso esse que nunca mais o vou esquecer.
Uma marca para a vida...
Quando fui pela primeira vez a África, tinha eu 11 anos, fiquei encantada com as praias, o mar era quente, a temperatura ambiente era fantástica, mas o que mais me marcou nessa viagem não foi isso. A pobreza e a miséria daquele povo foi o que me chocou, nunca tinha visto nada assim, pessoas que não tinham casa, crianças subnutridas. Naquela idade posso dizer que fiquei transtornada, ver estes problemas que ao vivo é muito diferente de os ver através dos noticiários. Então, vou contar uma história breve que me deixou de lágrima no olho. Estava eu a passear numa das muitas ruas e estava a preparar para comer um lanche que a minha mãe me tinha dado, quando um rapaz, que tinha por volta da minha idade, magríssimo e descalço e tinha apenas umas cuecas me disse podes-me dar o teu lanche que já não como há 2 dias. Eu fiquei sem reacção, como se o tempo tivesse parado, mas de imediato dei-lhe tudo que tinha nas mãos, e este sorriu com um sorriso de orelha a orelha, sorriso esse que nunca mais o vou esquecer.
São pequenas, grandes histórias como esta que ficam na nossa memória para sempre, desde então sempre tive um sonho, ir fazer voluntariado para África, ainda não o concretizei mas gostava de o fazer...
IMPORTANTE : Dar valor aquilo que temos...
A Europa envelhecida...
Hoje ando pelas ruas da minha da minha cidade, do meu país…, e olho há minha volta e vejo cada vez mais pessoas idosas e penso, afinal onde estão os jovens? Uma coisa nós sabemos, daqui a alguns anos o local onde habitámos vai ser ocupado maioritariamente por idosos. Mas tudo isto leva-me a pensar que isto acontece não porque os casais não pretendem ter filhos mas sim porque há um impedimento para tal acontecimento. O termo crise é constantemente bombardeado nos noticiários, pois este pode ser um factor importante para que haja cada vez menos crianças a preencher as ruas das nossas cidades. Assim, cabe à minha geração tentar mudar este problema, porque nós somos o futuro e temos que combater todos os obstáculos para a nossa permanência neste local maravilhoso em que vivemos. Queremos uma Europa rejuvenescida!
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